Preservados para sempre

Estes Magnuns, anunciados por ordem crescente de número do chassi, com ou sem novas crises, quer de petróleo, quer de bolsas de valores, embalarão os sonhos de muitos ainda.

Se você foi proprietário de um dos Dodge Magnum visualizados neste site, noticie-nos do fato para que, com a concordância do atual proprietário, enriqueçamos a história do exemplar catalogado.

Chassi: 92.146, VIII

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Interior imaculado.

Chassi: 92.146, IX

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Para o deleite de nós, aficionados pelos Dodges Magnuns: o debute do especial exemplar.

Chassi: 92.146 IXa final

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Magnum especial?  Por inúmeras vezes sentenciamos ser o pautado exemplar um Magnum diferenciado.  E porquê o fizemos?  Pela sua cor Prata Tibet, código Chrysler TA3?  Certamente que não, pois na linha 1980 temos catalogados onze outros na mesma cor (o Prata Tibet é cor encontrada exclusivamente na linha 1980, cor essa que substituiu o Cinza Báltico -SA2, restrita à linha 1979) e dez unidades oficialmente registradas nos respectivos Detrans como cinza ou prata, não obstante poderem ser Cinza Poly, código TA4 (desses dez, provavelmente dois remanesçam).

Se não pela cor, pela conservação e originalidade?  Igualmente não, visto que outros exemplares receberam o mesmo resguardo de seus proprietários ao longo dos últimos quarenta anos.

Classificamos o em voga Magnum como especial pelo “conjunto da obra”, nela incluso seus incríveis, ou inacreditáveis, 15.229 km rodados, conforme crava, para deleite de todos nós, apreciadores dos Dodges Magnuns brasileiros, a imagem 6.

Chassi: 87.957

Pelas parcas informações atualmente (Janeiro de 2017) disponíveis, o primeiro Dodge Magnum fabricado.  Exemplar na cor cinza báltico que ilustra a garagem dFusion Page Buildere um apaixonado automobilista e profundo conhecedor, não somente, dos Dodges nacionais.

Apenas quatro unidades o separam do último exemplar conhecido dos Dodges não “bicudos”, o de chassi 87.952, um Dart Coupê Luxo. Na eventualidade de um só desses quatro carros ter resistido às intempéries das décadas passadas, esquecido está em local ignorado, tesouro que aguarda ser descoberto, pois sua existência não consta do Cadastro de Veículos Base Índice Nacional -BIN-.

Chassi: 88.031

Oriundo de São Carlos, SP, originalmente azul estelar -SB9-, o exemplar retratado pertence, desde 2006, a um dos membros do Clube do Automóvel Antigo de Poços de Caldas, organizador do Poços Classic Car, evento anual que, neste 2017, comemorará a edição nr. 10.  Foi ele restaurado em 2008 na configuração atual.

É o segundo Magnum hoje, Maio, conhecido.  74 Dogdes (2 Le Baron, 2 Charger, 20 Dart e outros 50 que, pelo menos oficialmente, não mais existem) o distanciam do primeiro.

Sua plaqueta de identificação, no espaço destinado às opções, igualmente a do Magnum anterior, apresenta característica que nos posteriormente fabricados deixou de ser norma, certamente em virtude de que a regalia, nos Magnuns, era item de série: a letra H, como anúncio de que possuía ele direção hidráulica.

 

Chassi: 88.042

Recentemente restaurado, esse triplo azul é o quinto, quiçá o terceiro, que hoje, Junho/2017, remanesce dentre os iniciais produzidos.

Desta unidade à que cremos ser, de fato, o primeiro Magnum fabricado, estão desaparecidos cincoenta e sete Dodges.  Sem sombra de dúvida, um deles é, ou foi, um Magnum.  Em virtude do altíssimo grau de destruição infligido não somente aos “bicudos”, a possibilidade de um “placa amarela” surgir margeia o milagre, mas …

Fazemos votos de que o proprietário em breves dias apresente-o aos demais apaixonados pelos Magnuns.  Compareceremos à Expocar ABC/2017 no final do mês entrante com a expectativa de, ao menos, vislumbrá-lo.

Chassi: 88.067

Uma outra unidade que debutou em terras gauchas (imagem 2) mas que, neste Julho/2017, circula na capital dos paulistas (imagem 3).  É ano 1978, e como absolutamente todos os demais ano 1978, pertencente à linha 1979.

(para que o registro se complete, solicitamos ao proprietário do carro que, se e quando possível, envie-nos a imagem da plaqueta)

Chassi: 88.080

Duas imagens do mesmo exemplar, montado em 1978 na cor cinza báltico, a primeira quando desfilava ele pelo Rio Grande do Sul; a segunda, como está atualmente, causando “satisfação aos olhos” não somente dos eunapolitanos baianos.  (Março/2017)

(para que o registro se complete, solicitamos ao proprietário do carro que, se e quando possível, envie-nos a imagem da plaqueta)

Chassi: 88.125

1978, cor ST5 marrom sumatra.  (Abril/2017)

Chassi: 88.127

Unidade montada em 1978 na cor branco ártico.  (Março/2017 e Janeiro/2018)

(para que o registro se complete, solicitamos ao proprietário do carro que, se e quando possível, envie-nos a imagem da plaqueta)