Encerrou a unidade em pauta sua temporária hibernação apenas em Novembro de 2017, quando o hidrômetro marcava 18.868 quilômetros (imagem 1).  O quinto proprietário devolveu ao carro absolutamente todas as características originais de quando fabricado, além de substituir a parte danificada do banco do passageiro (imagem 2).  Faz ele questão de, por intermédio dessa catalogação, deixar gravado seu pessoal agradecimento a Fábio de Cillo Pagotto, que cedeu o jogo sobressalente de rodas de liga leve que possuía havia anos (imagem 3), e a José Nembri Zembrod, pela cessão dos raríssimos frisos laterais de fabricação nacional.

Muitos dos antigos admiradores dos carros fabricados pela Chrysler do Brasil, conhecedores desse Magnum em particular, tinham ciência da “lenda” de que o segundo proprietário, que até os presentes dias comercializa peças de Dodges, quando da substituição das laterais das portas pelas dos RT’s ano 1978, guardara as originais.  Procurado, o que era “lenda” deixou de ser: estavam elas (imagens 4 até 6) embrulhadas e depositadas no mesmo local desde Novembro 1997, conforme ostentava a etiqueta fixada no plástico que envolvia o material.

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