Consta nas páginas 110 e 111 do livro Dodge História de uma Coleção, de Alexandre Badolato, Editora Alaúde, 1ª. edição em Abril 2009:

“Em 1992, meu amigo Renato tinha recebido a informação de que o senhor Kasinski, então proprietário da fábrica de amortecedores Cofap, estava se desfazendo da uma coleção de carros nacionais zero-quilômetro que ele possuía, e um dos carros à venda era um Dodge Magnum 1981 ainda zero-quilômetro …  Um Magnum 1981 branco paina com teto e interior marrom, ainda com restos da cera de carnaúba que era aplicada para proteger os carros no pátio da fábrica.  O carro tinha rodas de Charger R/T 1979, que, segundo consta, saíram de fábrica em algumas das últimas unidades.  O interior, ainda com restos de plásticos nos bancos, não tinha veludo navalhado tão característico, mas sim o novo veludo fininho, padrão Volkswagen …  O hodômetro marcava 2.100 quilômetros, que, segunda a pessoa que nos atendeu, foram praticamente todos “rodados” sobre cavaletes …”: melhor introdução à história desse exemplar impossível.

O narrador não adquiriu o Magnum, pertencente a um dos sobrinhos de Abraham Kasinsky, fundador da Cofap e das motos Kasinski; quem o fez, em 1995, foi um afamado comerciante paulistano de peças para Dodges.  Na transferência, as placas então amarelas (imagem 2) foram substituídas pelo sistema alfanumérico vigente até o final de 2020. A unidade em pauta, por anos, abrilhantou os eventos da época (imagens 3 até 6) já sem os frisos laterais, retirados por completo durante reparo na funilaria causado por pequeno incidente no trânsito, visto não mais haver disponibilidade no mercado de reposição do marcante adorno do modelo Magnum.

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